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Notícias


Nossos diretores foram para Nashville, EUA, participar do maior evento de corrosão do mundo

Mais uma vez a IEC enviou dois diretores à NACE 2019, Mauro Barreto, diretor comercial e Eduardo Barreto, diretor técnico. Consideramos este o mais importante evento internacional de corrosão. O evento é muito rico tecnicamente,  com seminários contendo várias apresentações importantes e os diversos comitês técnicos com análises das Normas Nace, referência mundial, bem como reuniões de trocas de conhecimento com vários engenheiros da área. Ambos diretores fazem parte de comitês e atuam diretamente nessas Normas.

Há também a exposição, onde mais de 400 empresas apresentam seus produtos e novidades, incluindo várias que são representadas no Brasil pela IEC, como Metal Samples, Canusa, ClampOn, Gentherm, Dairyland, dentre outras. Aproveitamos este evento para reunir com os diversos parceiros e discutir estratégias de marketing bem como conhecer lançamentos nos stands. A presença brasileira este ano infelizmente foi menor, retratando os efeitos de nossa crise interna, mas com engenheiros bastante qualificados do IPT, Petrobras, TBG, etc.

O evento mais uma vez foi muito positivo em ambos aspectos, técnico e comercial, e certamente a IEC estará em 2020 na Nace Houston, esperando que o país melhore e consequentemente aumente a presença brasileira no evento.

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A IEC realizou palestra interna para atualizar e informar seus colaboradores sobre o tema Proteção Catódica e Recuperação Estrutural de Obras de Concreto. Nosso diretor, Luiz Paulo Gomes, mostrou como utilizar a tecnologia de proteção catódica para o concreto e o engenheiro Marcelo Iliescu, nosso convidado, abordou o tema de Recuperação Estrutural. Tivemos a presença de diversos setores da empresa como a área comercial, engenharia e projetos, dentre eles engenheiros e estagiários. A IEC teve como objetivo com essa apresentação aprimorar cada vez mais o conhecimento de seus profissionais.

A Proteção Catódica em Concreto e os Serviços de Recuperação Estrutural são negócios importantes  da IEC, que se esmera em oferecer aos seu clientes produtos e serviços de alta tecnologia.

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Serviço de Proteção Catódica em Estruturas de Concreto

Utilização de Anodos Galvânicos para a Proteção Contra a Corrosão de Ferragens de Reforço de Estruturas de Concreto

A IEC começa o ano de 2019 com uma novidade para todos nossos clientes. A IEC agora pode te ajudar também a tratar de corrosão em estruturas de concreto. Quer saber mais sobre o assunto? Abaixo nosso diretor, Luiz Paulo Gomes, explica um pouco melhor sobre a proteção catódica no concreto:

Podemos notar que o concreto enquanto novo e em bom estado possui pH elevado e alta resistividade elétrica. Essas características conferem excelente proteção contra a corrosão para as ferragens de reforço nele embutidas. Com o passar do tempo o concreto pode absorver água, CO2, cloretos e outros poluentes. Essa contaminação reduz o pH e a resistividade elétrica do concreto. Quando isso acontece o concreto se transforma em um excelente eletrólito, permitindo o funcionamento das pilhas de corrosão.

A absorção de água e cloretos diminui a resistividade elétrica do concreto permitindo que as pilhas de corrosão funcionem com facilidade.

A absorção de CO2 provoca a carbonatação do concreto, reduzindo o pH e despassivando o aço:

Ca(OH)2 + CO2 (pH>12) => CaCO3 + H2O (pH<9)

O produto de corrosão formado ocupa um volume muito maior que a massa de ferragem corroída. O concreto estoura, permitindo a entrada de mais água, cloretos, CO2 e poluentes, alimentando o processo de corrosão.

Como solução para proteger as ferragens contra a corrosão utilizamos anodos  galvânicos especiais,  fabricados com a tecnologia desenvolvida pela Vector Corrosion Technologies, empresa que representamos no Brasil. Os anodos Vector são fabricados com zinco de alto potencial e encapsulados com argamassa especial para mantê-los permanente ativados dentro do concreto.

O núcleo de cada anodo é fundido com uma alma de arame recozido, para permitir que sejam amarrados nas ferragens com facilidade. Estes anodos podem ser fabricados em vários tipos, formatos e tamanhos, dependendo da aplicação.

Segue abaixo o procedimento adotado pela IEC. Temos algumas etapas como o estudo, o projeto e instalação de proteção catódica em estruturas de concreto. As etapas são:

1) Primeira etapa: análise dos desenhos, Inspeção visual, medições dos potenciais das ferragens e demais medições de campo; 2) Segunda etapa: definição da necessidade, dos locais de instalação e tipos dos anodos a serem utilizados; 3) Terceira etapa: projeto de instalação dos anodos; 4) Quarta etapa: fornecimento, instalação e testes dos anodos; 5) Quinta etapa: emissão do Relatório Técnico Final de Execução dos Serviços. Quer saber mais sobre Proteção Catódica em Estruturas de Concreto? Clique aqui! 
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O aço carbono é um material fantástico

Nosso diretor, Luiz Paulo Gomes, publicou um artigo na revista italiana IPCM - Protective Coating sobre a importância da proteção catódica no mundo moderno. A IPCM é uma revista técnica trimestral sobre revestimentos protetores e tecnologias de controle e prevenção contra a corrosão.

Luiz Paulo explicou um pouco sobre a importância do aço carbono - possui alta resistência mecânica, pode ser cortado, dobrado e soldado com facilidade, tem baixo custo de produção e a matéria prima para produzi-lo é abundante. Porém, comenta que o único problema do aço é a corrosão. Sendo assim exige que todas as instalações metálicas necessitem ser adequadamente protegidas através dos revestimentos protetores, inibidores de corrosão, sistemas de proteção catódica e de outras técnicas importantes.

Segue um trecho do artigo:

"A tecnologia da pintura industrial, por exemplo, é muito importante nessa tarefa de proteção anticorrosiva. Entretanto, ela se aplica muito bem para as instalações aéreas, sendo que nas instalações enterradas ou submersas (que não podem ser inspecionadas com facilidade e tendem a ser esquecidas após a construção), a utilização pura e simples das tintas e dos revestimentos não é eficiente, exigindo sempre uma complementação com proteção catódica.

Em muitos casos, como se sabe, o homem se utiliza da introdução de elementos de liga para tornar o aço mais resistente aos processos corrosivos. É o caso, por exemplo, dos aços inoxidáveis. Essa tecnologia, entretanto, encarece o material e somente é utilizada para aplicações muito especiais.

A utilização de aços inoxidáveis em instalações enterradas ou submersas, por exemplo, não é econômica e nem eficiente (o íon cloreto pode destruir a passividade desses aços), limitando-se aos casos de tubulações que transportam produtos especiais, sempre com a finalidade de proteção interna e nunca para a garantia da proteção externa."

Para ler o artigo completo clique aqui.
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A IEC esteve presente no III Seminário de Proteção Catódica da ABRACO

A IEC esteve no III Seminário de Proteção Catódica da ABRACO, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo, dia 12 de dezembro.  Tivemos a participação de três engenheiros da empresa. Eduardo Barreto, nosso diretor, Laerce Nunes, que além de engenheiro do corpo técnico da IEC é o atual presidente da Abraco. E por fim, Antonio Caetano, gerente de projetos da IEC.

Antonio apresentou um trabalho no Seminário com o tema: Proteção catódica de estruturas complexas na prática.

O Seminário foi realizado no auditório do IPT, em São Paulo, com instalações excelentes e contando com a presença da equipe do Instituto, sempre muito atenciosa e gentil. Além disso, possuem um vasto conhecimento técnico na área.

Foram quase 50 inscritos com foco em especializar-se na área de proteção catódica. Destacamos a forte presença da Transpetro, que tem primerizado suas inspeções. Sendo assim, a mesma vê a necessidade de aprimoramento técnico de seu pessoal. A COMGAS, que tem sempre prestigiado estes eventos, também estava presente, e, por fim, a POTIGAS. Essas empresas têm se destacado na busca de novidades técnicas para implementação em suas malhas de dutos.

Tecnicamente notamos uma boa variedade de apresentações, desde demonstrações de preocupação das empresas com qualidade de dados, bem como com protocolos para cruzamento da faixa com terceiros, como novidades com a inspeção de dutos com Memória Magnética, e outras apresentações práticas como os cuidados para proteção em áreas complexas e uso de testes de injeção de corrente para dimensionar sistemas em dutos existentes. Tivemos também uma bela apresentação do IPT sobre testes feitos com proteção catódica para ferragens em concreto, tema não muito discutido no Brasil, mas de suma importância uma vez que temos visto muitos problemas de degradação de estruturas de concreto recentemente.

A IEC gostaria de parabenizar a ABRACO pela iniciativa e organização do evento. E já estamos confirmados para o IV Seminário de Proteção Catódica, previsto para novembro de 2019, no IPT.

 
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Você conhece os resultados da Rio Oil & Gás 2018 divulgados pelo IBP?

O ano de 2018 foi de ascensão para o evento da Rio Oil & Gás. O IBP informou alguns números que confirmam essa melhora. Foram 5.000 congressistas, 200 palestrantes, mais de 480 marcas e mais de 42.000 participantes na exposição. Além da presença de empresas do Brasil todo tivemos a presença de várias estrangeiras. Tais como França, EUA, Noruega, Reino Unido, Argentina, ao todo foram participantes de 76 países. Estavam presentes presidentes, diretores, gerentes, e centenas de engenheiros para o maior evento de petróleo e gás do Brasil.

E este resultado de sucesso da Rio Oil & Gas desse ano só fortalecem o desejo da IEC em estar presente nos próximos eventos. Por isso, a IEC já está se preparando para os próximos eventos realizados pelo IBP, como a Coteq 2019, por exemplo.

IEC na Rio Oil & Gas 2018
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O Seminário Brasileiro de Revestimento em Dutos realizado semana passada no INT foi um sucesso. O evento, que tinha como objetivo discutir e disseminar as diversas aplicações dos revestimentos em dutos como técnica de proteção anticorrosiva, foi muito mais além e abordou temas importantes como a importância de uma especificação correta e clara, as diversas máquinas de preparo de superfície para reproduzir perfis aceitáveis para a aplicação de revestimento, superproteção catódica e seu impacto no descolamento do revestimento, revestimento para juntas de campo de dutos com isolamento térmico, liners e etc. Muitos temas atuais e motivadores do mercado de revestimento contra corrosão.

Além da expectativa, o seminário também foi ponto de encontro de fabricantes, usuários e especialistas, que tiveram a oportunidade de compartilhar experiência e dividir conhecimentos. Entre as pessoas estavam, palestrantes da Petrobras, Transpetro, CENPES, entre outros.

A IEC marcou forte colaboração ao evento. Participamos do comitê de organização através de nossa gerente comercial Renata Ramos, na apresentação, com um tema bem interessante de “Superproteção catódica no revestimento e shielding”, apresentado pelo diretor comercial, Mauro Barreto e nossa engenheira Gabriela Bernardo também participou do evento. Também tivemos presença garantida através de nosso parceira Shawcor, que abordou sobre juntas de campo.

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A IEC esteve mais uma vez presente na Revista Abraco (edição 64 - set/out 2018) e dessa vez foi o nosso diretor Luiz Paulo Gomes que falou sobre proteção catódica nas grandes cidades.

A importância da proteção catódica para as grandes cidades

A proteção catódica é de fundamental importância para a segurança operacional dos sistemas de distribuição de água e gás nas grandes cidades do Brasil e do mundo.

Em todas as grandes metrópoles a distribuição de água e gás é feita através de tubulações de aço enterradas, com baixa, média ou alta pressão.

Essas redes de distribuição precisam ser construídas e operadas com muito cuidado, podendo causar grandes transtornos à população se acontecerem vazamentos.

Existem registros de acidentes com o rompimento de adutoras e a explosão de redes de gás e bueiros no mundo inteiro e aqui no Brasil. Esses acidentes só não acontecem com maior frequência porque os técnicos e engenheiros de proteção catódica trabalham com dedicação e competência para evitá-los.

Os sistemas de tração eletrificada, utilizados nos trens, metrôs e VLTs para o transporte de passageiros e de cargas, injetam correntes elétricas perigosas no solo, que se espalham pelo terreno e retornam às suas estações geradoras de origem, utilizando as tubulações metálicas enterradas das redes de gás e de água como condutores elétricos.

As correntes elétricas produzidas pelas estações geradoras movem as máquinas dos trens e retornam pelos trilhos até os seus locais de origem. Durante esse trajeto, parte dessas correntes abandona os trilhos e flui pelo solo, alcançando as tubulações metálicas enterradas.

Os locais de entrada de corrente elétrica nos dutos enterrados mudam constantemente de posição devido à movimentação dos trens e não oferecem nenhum risco à segurança dos sistemas de distribuição de água e gás. Nesses locais não há corrosão, uma vez que os potenciais tubo/solo adquirem valores negativos elevados, devido à entrada de corrente nos tubos enterrados.

Já os locais de saída da corrente elétrica para o solo são seriamente corroídos, devido ao processo conhecido como corrosão eletrolítica, com perda acelerada de material metálico dos tubos (da ordem de 9,2kg/A.ano), podendo causar rompimentos, vazamentos e acidentes, se as tubulações não forem devidamente protegidas.

Esses locais de descarga de corrente são fixos e acontecem nas falhas dos revestimentos dos tubos, fazendo com que a corrosão se concentre nesses pontos, levando a tubulação enterrada ao colapso em muito pouco tempo, se providências não forem tomadas com muita rapidez e eficiência.

Esses problemas somente podem ser resolvidos com a instalação dos sistemas de proteção catódica, única maneira de permitir que os sistemas de distribuição de água e gás das cidades convivam em harmonia com os sistemas de tração elétrica dos trens, metrôs e VLT`s.

Nesses casos os sistemas de proteção catódica utilizam retificadores de corrente e equipamentos de drenagem elétrica.

Os retificadores de corrente são utilizados para modificar os potenciais tubo/solo ao longo de toda a tubulação enterrada, fazendo com que elas operem com potenciais de proteção catódica, iguais  ou mais negativos que -0,85V, medidos em relação ao eletrodo de referência de Cu/CuSO4.

Os equipamentos de drenagem elétrica são utilizados para interligar os trilhos com as tubulações enterradas, de modo a devolver para o sistema de tração as correntes captadas pelos tubos durante o caminhamento dos trens.

Dessa maneira, com a instalação dos retificadores e dos equipamentos drenagem, os técnicos e engenheiros de proteção catódica conseguem organizar o fluxo de corrente elétrica no solo, permitindo que os sistemas de tração eletrificada possam funcionar sem que os tubos enterrados sejam corroídos pelas correntes de fuga.

O problema é tão grave que os sistemas de proteção catódica precisam de atenção permanente, com inspeções frequentes e serviços de manutenção constante.

As correntes de fuga são dinâmicas e mudam constantemente de intensidade, devido à movimentação dos trens, modificações na operação dos sistemas de tração e construção de novos trechos de dutos, que podem modificar o circuito elétrico trem/trilho/solo/duto/trem.

Basta a queima de um simples fusível para tirar um equipamento de operação, fazendo com que o sistema de proteção deixe de operar e a tubulação volte a se corroer rapidamente, podendo furar em poucos meses ou até em poucos dias, dependendo de cada caso.

Para contornar esses problemas os sistemas de monitoração remota dos equipamentos e dos potenciais tubo/solo são uma ferramenta importante, permitindo que os problemas possam ser detectados e solucionados em tempo hábil.

Em todas as companhias de distribuição de água e de gás de todas as grandes cidades do Brasil e do mundo você vai encontrar sempre uma equipe de inspeção e manutenção de proteção catódica, atenta e preparada para evitar que problemas de vazamentos por corrosão aconteçam e causem acidentes.

Em muitos casos esses serviços são terceirizados, mediante a contratação de empresas especializadas. Aqui no Brasil, por exemplo, a IEC cuida dos sistemas de proteção catódica das companhias de gás de São Paulo e do Rio de Janeiro, cidades fortemente influenciadas por essas interferências elétricas.

Sem a utilização da proteção catódica seria impossível compatibilizar o funcionamento dos sistemas de transporte por tração eletrificada com as malhas de distribuição de água e gás nas grandes cidades, serviços de fundamental importância para o bem-estar da população.

Clique aqui para ler a revista dessa edição.  
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A Abraco realizará no dia 30 de outubro de 2018 (terça-feira), o Seminário Brasileiro de Revestimentos em Dutos, no INT - Instituto Nacional de Tecnologia. O objetivo do seminário é discutir e disseminar as diversas aplicações dos revestimentos em dutos como técnica de proteção anticorrosiva. Se você é inspetor de pintura industrial com certificação pelo SNQC - CP este evento conta pontos no método estruturado. 

A IEC estará presente no evento com a participação da nossa gerente comercial, Renata Ramos, que faz parte do Comitê Técnico do seminário. Além disso, André Lemuchi, nosso parceiro da Shawcor, fará uma apresentação que tem como tema: Juntas de Campo para isolamento térmico - Instalações em HDD. Nosso diretor, Mauro Barreto, também fará uma apresentação: Impacto da superproteção catódica no revestimento e shielding.

Inscrições até hoje com desconto de 10%. Para mais informações: ABRACO - Coordenação de Eventos  - (21) 2516-1962 | Ramal 27
Local: INT - Instituto Nacional de Tecnologia Av. Venezuela, 82 - 4º andar - Centro - Rio de Janeiro/RJ
Data: 30 de outubro de 2018 Horário: 8h30 às 17h40 Programação completa aqui. 
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Após alguns anos de baixa, a Rio Oil & Gas, mostrou que o mercado de óleo e gás começa a dar sinais de crescimento. Este ano notamos que pequenas e médias empresas voltaram a participar da feira e que as grandes petroleiras estavam de volta com seus enormes estandes. O novo cenário do país atraiu investimentos devido aos leilões de blocos do pré-sal.

Nosso diretor, Mauro Barreto, comentou um pouco sobre a feira:

"A Rio Oil & Gas desse ano foi muito especial para a IEC. Nosso estande foi muito prestigiado por nossos clientes e parceiros. Recebemos visitas de clientes tradicionais e de muitas pessoas que não nos conheciam. Acredito que esse sucesso se deve ao posicionamento da IEC em seus mercados tradicionais de produtos e serviços anticorrosivos na área de óleo e gás terrestre com ênfase em dutos, terminais, refinarias, portos e unidades petroquímicas e, mais recentemente, no segmento offshore.

 Esse ano, apresentamos novidades bastante interessantes como as conexões a frio C-Claw da ColdPad que podem ser instaladas em plataformas offshore sem necessidade de soldas e os sistemas de monitoração remota para equipamentos de proteção catódica. Durante a feira, fechamos contrato com mais uma representação, a francesa Overpipe que fornece placas de plástico para proteção de dutos em substituição às lajes de concreto armado que são caras e muito trabalhosas.

O nosso sucesso na Rio Oil & Gas nos motivou a participar em três eventos do IBP em 2019, O COTEQ, a Rio Pipeline e a OTC Brasil."

   
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A IEC está presente mais uma vez no maior evento de óleo e gás da América Latina, no pavilhão 4, estande J7. O evento começou no início da semana e nosso estande já é um sucesso! Sempre cheio com muitos clientes de diversas empresas a IEC é referência e ponto de encontro nas feiras desse mercado. A IEC, empresa especializada em soluções para área de proteção catódica e anticorrosiva, está na Rio Oil & Gas juntamente com seus parceiros ClampOn, Gentherm, Nuovagiungas e Shawcor. A Gentherm é a mais nova representação da empresa, com vasta experiência em venda de termogeradores.

Venha nos visitar no pavilhão 4, estande J7 e conhecer as mais novas soluções do mercado! Será um prazer recebê-los.

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A Cold Pad, empresa francesa e parceira da IEC, fará uma demonstração do novo produto (C-Claw) amanhã (25/09), em Niterói - RJ.

O “C-Claw” é um conector colado de capacidade igual a uma tonelada, destinado a substituir os conectores soldados, classicamente utilizados nas infraestruturas offshore. O “C-Claw” permite a fixação ou engate de pequenas estruturas como suporte de tubos, escadas, ou outros equipamentos presentes no convés dos navios, sem trabalho a quente. Sua instalação é feita de forma confiável e durável, graças a um aparelho portátil de utilização simples desenvolvido pela Cold Pad.

As soluções da COLD-PAD incluem reparos no casco e no convés de FPSOs - Floating Production and Storage Offloading (Unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência) e outras plataformas offshore por meio de técnicas de trabalho “a frio”, permitindo fazer os reparos com segurança e maximizar o tempo de produção. O desenvolvimento de soluções para reparação ”a frio” permite realizar operações de manutenção e de reparo diminuindo muito os custos, evitando por exemplo o esvaziamento de um ou vários tanques, o que impacta significativamente a produção de uma usina flutuante.

Distribuidores no Brasil da Cold Pad

A IEC e COLD PAD, são uma parceria estratégica, onde as duas empresas irão combinar suas habilidades para ajudar seus clientes brasileiros a atenderem da melhor maneira possível o mercado local de manutenção estrutural de FPSOs.

 A IEC tem uma vasta experiência em fornecimento de materiais e serviços nas áreas de proteção catódica, estudos de corrosão, aterramento elétrico, equipamentos de inspeção, proteção e inspeção de tubulações.

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No final do mês passado, nosso diretor, Luiz Paulo Gomes, deu uma palestra técnica para a Marinha do Brasil. Luiz Paulo, juntamente com o engenheiro Laerce Nunes, apresentou um pouco sobre o carro chefe da IEC, corrosão e proteção catódica. Além disso, foi falado também sobre o tema nas instalações marítimas, navios e embarcações. Outro foco da palestra foram os assuntos de interesse da Marinha como corrosão em instalações enterradas ou submersas e plataformas de petróleo.

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10/08/2018

A ABRACO (Associação Brasileira de Corrosão) é responsável pela publicação da Revista Corrosão & Proteção. E tem como objetivo "difundir o estudo da corrosão e seus métodos de proteção e de controle e congregar toda a comunidade técnico-empresarial do setor". Nesta edição, julho/agosto (Ano 15, no 63), nosso diretor, Mauro Barreto - que também é diretor da ABRACO - comentou sobre o evento da Intercorr 2018. “As tecnologias de combate à corrosão demandam muito trabalho e recursos, empregando muitos trabalhadores no Brasil. A tecnologia avança constantemente e há muita pesquisa e desenvolvimento em andamento. Então, essa é uma área de grande interesse dos profissionais de corrosão e possui espaço importante no INTERCORR”.

Para baixar a Revista Corrosão & Proteção: http://www.abraco.org.br/revistas/ano-15-no-63-jul-ago-2018/
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A equipe da IEC Engenharia está crescendo e nossos novos engenheiros e estagiários receberam um treinamento interno com o engenheiro Laerce Nunes. Pensando no desenvolvimento dos nossos colaboradores Laerce falou um pouco sobre o assunto carro-chefe da IEC: Proteção Catódica e Corrosão. Laerce Nunes é formado em Engenharia Metalúrgica, mas atua na área de proteção catódica, corrosão, pintura industrial há anos. Laerce faz parte da equipe da IEC e é o atual presidente da ABRACO (Associação Brasileira de Corrosão).

A IEC ministra regularmente palestras técnicas para seus funcionários visando o seu aprimoramento. No treinamento Laerce explicou alguns pontos sobre o tema: tipos de corrosão, critérios para proteção catódica, revestimentos protetores, pilha de corrosão, entre outros.

Laerce também é autor do livro "Proteção Catódica - Técnica de Combate à Corrosão", juntamente com Aldo Cordeiro Dutra.

   
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