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Produtos


Solução inovadora projetada pela francesa ColdPad para aumentar a confiabilidade de aderências estruturais na indústria, especialmente manutenção.

Trata-se do C-Claw, um fixador de apoios aplicado a frio e ideal para base de várias estruturas como pipe racks, guarda corpos, helidecks e escadas. Por ser a frio, é ideal para reformas ou reparos em plataformas em operação.

Para maiores informações veja aqui.

 
A IEC fornece uma linha completa de produtos para os Sistemas de Proteção Catódica. Entre eles: - Anodos Galvânicos de Zinco, Alumínio e Magnésio; - Moinha de Coque Calcinado de Petróleo; - Cabos Elétricos e Conexões (muflas); - Pontos de Teste e Acessórios; - Cupons de Proteção Catódica; - Drenagens; - Retificadores; - Unidades para Monitoração Remota de Retificadores, Drenagens e Pontos de teste; - Anodos de Ferro-Silício-Cromo, Titânio MMO e outros; - Materiais para Leito de Anodos em Poços Profundos; - Eletrodos de Referência Permanentes; - Juntas de Isolamento Elétrico; - Dispositivos de proteção de juntas de isolamento elétrico; - Desacopladores para mitigação de tensão AC.    
A IEC comercializa diversos instrumentos necessários para a inspeção e manutenção do sistema de proteção catódica. Principais produtos: - Voltímetros Registradores; - Equipamentos para CIPS, DCVG e PCM; - Chaves Interruptoras de Corrente sincronizadas via satélite; - Multímetros , Alicate Amperímetros e Terrômetros Digitais; - Eletrodos de Referencia portáteis; Outros utilizados em alguns serviços: - GPS submétrico; - Medidor de resistividade do solo; - Outros. Comercializamos equipamentos fabricados pela Tinker & Rasor, Weilekes e outros mediante consulta.

A IEC possui em seu portfólio os Anodos de Ferro-Silício-Cromo que são itens de extrema importância para composição do sistema de proteção catódica. Os anodos são fabricados pela Anotec Industries Ltd, empresa canadense que representamos exclusivamente no Brasil.

Os Anodos de Ferro-Silício-Cromo para proteção catódica por corrente impressa são usados para fornecer corrente elétrica através do solo e águas naturais a fim de proteger estruturas por mitigação de corrosão. Durante o processo, os anodos são lentamente consumidos.

Os Anodos usados em sistema de corrente impressa diferem fundamentalmente dos anodos galvânicos pelo fato de serem inertes, apresentando um desgaste bastante baixo e possuindo vida útil mais longa.

As principais características deste anodos são:

– Densidade de corrente admissível

A densidade de corrente admissível é um dado característico do tipo de material usado na fabricação. A utilização de uma densidade de corrente acima da máxima recomendada pode vir a causar um desgaste acentuado e irregular do anodo. Em certos casos, pode dar origem ao aparecimento de produtos isolantes na superfície.

– Desgaste:

Cada tipo de anodo possui uma taxa de desgaste conhecida, quando opera dentro do limite máximo de densidade de corrente. A taxa de desgaste de determinado tipo de anodo precisa ser considerada para o cálculo da sua vida. Em geral, o leito é projetado para um período mínimo de vida útil de 15 a 20 anos.

– Dimensões:

A resistência elétrica de contato entre o anodo e o eletrólito é função das dimensões do anodo e da resistividade do eletrólito. Portanto, uma vez definido o local de instalação, a resistência de cada anodo dependerá de suas dimensões. Um acréscimo no comprimento ou no diâmetro do anodo resultará numa redução da resistência, todavia, a influência do comprimento é bem maior do que a do diâmetro. A resistência total do leito de anodos, em aplicações nos solos de média para alta resistividade é, em geral, o fator que define o número de anodos a serem empregados.

Os Anodos de ferro/silício/cromo (Fe-Si-Cr) são fabricados pela Anotec Indutries Ltd. em barras circulares, mediante fundição, com teor de silício da ordem de 16% e teor de cromo não inferior a 4%. E são recomendados para solos, água marinha, fundo do mar e água doce.

A IEC possui em seu portfólio dois tipos de eletrodos de referência. São eles:

- Eletrodos Portáteis: fabricados pela Tinker & Rasor;

- Eletrodos Portáteis e Permanentes: fabricados pela Borin.

Os eletrodos de referência são instrumentos para inspeção e manutenção do sistema de proteção catódica e são equipamentos indispensáveis na tecnologia de proteção catódica. É fazendo-se uso desses materiais que se mede o potencial de uma estrutura em relação ao meio, a fim de se avaliar a condição do material metálico, isto é, verificar se há corrosão, se a estrutura está protegida ou se há influência de correntes de interferência.

Os eletrodos e seus tipos:

- O eletrodo de cobre/sulfato de cobre: usado principalmente para medição de potenciais no solo, devendo-se evitar o seu uso em meio líquido;

- O eletrodo de prata/cloreto de prata: específico para água salgada;

- O eletrodo de zinco/ sulfato de zinco: mede um potencial em água salgada como no solo. Para uso no solo, o zinco deve ser envolvido com enchimento condutor de gesso e bentonita.

Cada eletrodo de referência tem um valor diferente para o seu próprio potencial. É por isso que um dado potencial, medido por diferentes eletrodos de referência, apresenta valores diferentes.

Principais eletrodos comercializados:

- Fabricados pela parceira Tinker & Rasor:

Modelos portáteis de cobre/sulfato de cobre: 6B, 8B, 6A, 2A, 3A

Modelo portátil de prata/cloreto de prata: SC-4

- Fabricados pela parceira Borin:

Modelo permanente de cobre/sulfato de cobre: Stelth 2 – SER-007 – CUY;

Modelo permanente de prata/cloreto de prata: Stelth 2  – SER 008 - SUB

Modelo permanente de zinco/ sulfato de zinco: Stelth 2 – SER 009 – ZUR

Modelos portáteis estão disponíveis mediante a consulta.    

A IEC possui em seu portfólio a Moinha de coque calcinado de petróleo, um material essencial na composição do Sistema de Proteção Catódica.

A Moinha de Coque é fabricada pela empresa americana Loresco, possui alto desempenho, é utilizada nos leitos de anodos de proteção catódica e para melhorar o aterramento elétrico, e apresenta granulometria extremamente uniforme o que confere baixíssima resistência elétrica e alta densidade, o que dispensa sua compactação.

Muito utilizada em leitos profundos que são excelentes alternativas aos leitos superficiais, pois evitam a necessidade de desapropriação de terras, facilitam a distribuição de corrente de proteção catódica nas estruturas e são menos sujeitos a danos por terceiros.

A IEC possui em seu portfólio as juntas de isolamento elétrico do tipo monobloco. Comercializadas sob a condição de standard ou especiais, estes itens são fabricados pela Nuova Giungas Srl, pertencente ao gigante grupo italiano denominado Valvitalia.

As juntas de isolamento elétrico do tipo monobloco são utilizadas para isolar o duto eletricamente de estruturas as quais não se deseja aplicar proteção catódica, como aterramentos, fundações e suportes. Com isso, consegue-se:

– Isolar eletricamente uma estrutura protegida de outra não protegida, evitando, assim, que a corrente atinja a estrutura que não se deseja passagem de corrente elétrica,

– Dividir uma estrutura a proteger em trechos isolados e, portanto, tratar cada trecho independentemente do outro. Em certas circunstâncias, tal procedimento facilita a proteção.

São muito vantajosas em relação às juntas convencionais, pois são muito mais resistentes a falhas e vazamentos. São fabricadas e montadas sob processos controlados que oferecem às juntas monolíticas maior capacidade de suporte à pressões elevadas e condições agressivas de fluido, e NÃO REQUEREM MANUTENÇÃO.

De forma a garantir a funcionalidade das juntas isolantes monobloco, é importante que o usuário tenha um rígido controle na especificação das mesmas, tendo domínio das informações que impactam diretamente no projeto construtivo da junta e são fundamentais para sua garantia. Logo, deve-se conhecer a Pressão de Projeto, o Diâmetro nominal da tubulação,  a Natureza do fluido transportado, a Temperatura de Projeto, e a Espessura de parede da tubulação; além de confirmar que o componente de vedação da peça seja formado por única peça de secção retangular e que seu elastômero formador esteja conforme NORSOK M-710 ou ISO 23936 e não permitir uso de selos de Estanqueidade do Tipo O-Rings.

Se você deseja garantia funcional do sistema de proteção catódica, integridade de seu duto e segurança operacional: especifique de forma adequada sua junta de isolamento elétrico monobloco.

A IEC conta com um estoque de peças standard que garante ao cliente um rápido atendimento às suas demandas emergenciais e conforto de estar adquirindo peças com total controle de qualidade. São mantidas nestas condições peças dos mais variados diâmetros e nas classes de pressão ANSI 150 e ANSI 600. Outras classes de pressão estão disponíveis mediante consulta para fabricação.

   

A IEC possui em seu portfólio dispositivos protetores de juntas de isolamento elétrico fabricados pela Dairyland Electrical Industries, a DEI.

As juntas das tubulações podem estar sujeitas a falhas de sobretensão devido ao relâmpago e, em algumas aplicações, à tensão AC. Quando uma tubulação está perto de uma linha de transmissão elétrica, ele pode estar sujeito a tensão AC significativa se ocorrer uma falha. A proteção contra sobretensão contra raios e condições de falha AC, ocorre ao mesmo tempo que mantêm a proteção catódica das juntas de isolamento da tubulação. Isso é possível usando produtos classificados através de escolha adequada do dispositivo e a localização da instalação dos mesmos. As tubulações e instalações adjacentes devem ser examinadas para estabelecer um esquema de proteção completo.

Os protetores também chamados de desacopladores, drenam corrente alternada e bloqueiam corrente contínua nas principais aplicações:

- Proteção de Juntas Isolantes: Instalados em paralelo às juntas, os desacopladores permitem a passagem de correntes AC oriundas de descargas atmosféricas ou de linhas de alta tensão em caso de curtos circuitos ou em regime contínuo;

- Mitigação de tensões AC oriundas de linhas de alta tensão: A melhor maneira de reduzir estas tensões é aterrar dutos, mas isto inviabilizaria a proteção catódica. Os desacopladores permitem conectar os dutos aos aterramentos sem prejuízo da proteção catódica pois drenam as correntes AC e bloqueiam as DC.

- Aterramento de válvulas e estações ligadas aos dutos;

- Aterramento de tanques com proteção catódica;

- Aterramento temporário de embarcações em portos;

Principais Produtos:

- OVP;

- SSD;

- PCR;

- Entre outros.

A IEC possui em seu portfólio uma vasta linha de desacopladores que podem ser utilizados para aterramento de dutos.

Estes desacopladores são fabricados pela Dairyland, empresa americana que representamos exclusivamente no Brasil.

Os desacopladores são largamente utilizados para resolver problemas de influência de linhas de transmissão por corrente alternada em dutos enterrados, que também é um serviço prestado com excelência pela IEC à seus clientes.

           

MONITORAÇÃO REMOTA DE RETIFICADORES

Confiabilidade da informação

Melhoria da Produtividade

Redução de custo operacional

A IEC possui em seu portfólio equipamentos para monitoração remota de retificadores e drenagem e monitoração de Pontos de Teste em sistemas de proteção catódica. Além de executar o serviço associado a estas demandas.

As unidades são desenvolvidas e fabricadas pela empresa que representamos, a Vectora Technology.

Equipamento de monitoração remota de retificadores e drenagem: VT460

Ferramenta avançada para a monitoração remota de retificadores e drenagens de sistemas de proteção catódica. Atendendo aos principais requisitos de monitoração, o VT460 realiza leituras em intervalos pré-configurados e as disponibiliza, através de modem GPRS, para um servidor acessado através de uma interface WEB.

O VT460 monitora a tensão tubo-solo, corrente e tensão de saída do retificador, e monitora condições de alarmes, como por exemplo, porta aberta do painel, fusível queimado, presença de alimentação de rede, etc.

 

A IEC Engenharia distribui exclusivamente toda a linha de monitoração da corrosão interna fabricada pela americana Metal Samples.

- cupons de perda de massa , bio-cupons

- suportes  para cupons;

- dispositivos de acesso;

-  ferramenta recuperadora para inserção e remoção de cupons e sondas;

- sondas de resistência elétrica (ER) e resistência de polarização linear (LPR);  sondas biológicas

- instrumentação para medição de sondas (Data Logger), Hand held ;

- transmissores;

- entre outros.

Além de comercializar estes equipamentos, a IEC também tem uma equipe especializada para a realização de SERVIÇOS DE MCI (monitoramento de corrosão interna): instalação, operação, reparo e  manutenção de todo o sistema de monitoramento .

Estão entre os serviços: Troca e análise de cupons, verificação de sondas e data loggers ,estudo da taxa de corrosão entre outros .

Leia sobre o serviço aqui.

MONITORAMENTO DA CORROSÃO INTERNA

 Monitoramento da corrosão é a prática de medir a corrosividade de um fluido processado ou a degradação de um material através do uso de provadores de corrosão,  sondas  e também através  de análises químicas e microbiológicas. Os provadores e/ou sondas são inseridos nos dutos , ficando expostos continuamente às condições de fluxo do processo.

Existe uma série de técnicas de monitoramento da corrosão que são empregadas na engenharia de corrosão, dentre essas técnicas algumas podem ser acompanhadas on-line, através de monitoramento constante do processo, enquanto que outras devem ser determinadas através de uma análise laboratorial. Duas dessas técnicas de monitoramento merecem destaque: a que utiliza cupons de corrosão de perda de massa e a de sondas de resistência elétrica e polarização linear. Ambas são técnicas não eletroquímicas e estão descritas a seguir:

CUPOM DE CORROSÃO

Os cupons de corrosão de perda de massa fornecem de maneira simples e direta as taxas de corrosão de linhas e equipamentos fabricados em aço carbono ou outros materiais. Sua metodologia é relativamente barata e nos fornecem dados confiáveis para um período determinado de exposição, além de informações sobre a morfologia da corrosão.

O procedimento básico consiste em utilizar um corpo de prova (cupom) de metal ou liga conforme o material do equipamento ou tubo que se deseja avaliar  e colocá-lo em exposição no mesmo eletrólito, ou meio. Depois de um intervalo de tempo pré-determinado, o cupom é retirado do processo, limpo de todo o produto de corrosão e novamente pesado. A perda de massa é convertida em taxa média de corrosão.

O procedimento completo de preparo, limpeza e determinação da taxa de corrosão está descrito na norma ABNT NBR 6210: 2008.

Uma das principais vantagens desse método na determinação da taxa de corrosão está no fato de podermos identificar a morfologia da corrosão, isto é, uniforme ou localizada além de termos a perda de espessura real no período de tempo de exposição. Outra vantagem é que essa técnica é aplicável a praticamente todos os ambientes como: os gasosos, os líquidos e os em fluxos com partículas sólidas.

Uma desvantagem desse método geralmente é não podem fornecer dados de curtos períodos de tempo ou dar respostas rápidas.

 

SONDAS

Resistência Elétrica (ER):

As sondas de resistência elétrica podem ser consideradas como sondas de perda de massa automáticas, fornecendo dados de perda de metal continuamente. O monitoramento contínuo com sondas de resistência elétrica fornece a tendência da taxa de corrosão em função do tempo, permitindo identificar com clareza os períodos de aumento ou redução da corrosividade do meio associado às variáveis do processo como vazão, temperatura, pressão, variações de concentrações etc. Apesar disso não podem mostrar mudanças de corrosividade nos fluidos ou taxas de corrosão em curtos intervalos de tempo.

A medição da taxa de corrosão é realizada a partir da variação de área provocada pela corrosão da seção transversal do elemento sensor (sonda) exposto ao meio analisado. O desgaste da área exposta faz com que a seção transversal do sensor diminua, logo, a perda de seção faz com que a resistência elétrica do metal varie. As variações da resistência elétrica são medidas cumulativamente ao longo do tempo, tendo-se como base a medida inicial do sensor. Na prática, os equipamentos empregados fazem a conversão automática da resistência em perda de seção do elemento sensor, e esta medida se baseia em corrosão uniforme.

A sonda de resistência elétrica pode ser utilizada em qualquer tipo de meio para determinar a taxa de corrosão uniforme, porém seus resultados só são significativos para a média da perda de massa do sensor, não sendo possível a leitura da taxa de corrosão instantânea.

Como uma das principais vantagens do método, podemos citar que esta técnica é sensível as mudanças operacionais e regime de fluxo, desde que não ocorram em muito curto intervalo de tempo, além disso, através do perfil da taxa de corrosão podemos atuar nas variáveis do processo para minimizar a corrosão. Sua principal desvantagem reside no fato do método ser pouco sensível a corrosão localizada.

 

Resistência à Polarização Linear (LPR):

O método da resistência de polarização linear se baseia em princípios e conceitos eletroquímicos. Os eletrodos na ponta dos sensores (dois ou três eletrodos) de LPR são polarizados em pequenos intervalos de tempo e como resposta a essa polarização temos a taxa de corrosão em tempo real para o eletrólito, ou meio, em análise. O princípio de medição dessa técnica é válida, pois a densidade de corrente associada a pequenos efeitos de polarização são diretamente proporcionais a taxa de corrosão do eletrodo no meio em questão.

A principal vantagem dessa técnica  termos uma taxa de corrosão em tempo real e sua principal limitação é que os princípios eletroquímicos que são aplicados nessa técnica são para corrosão uniforme. Caso exista corrosão por pites, as medições terão valores distorcidos e não reais.

COLETA DOS DADOS DAS SONDAS

A coleta de dados pode ser realizada das seguintes maneiras:

Manualmente no local ;

Armazenados em uma estação coletora de dados (data logger) para posterior resgate de informações por um USB, hand held ;

Transmitidas on line via satélite, rádio , wi-fi etc.

A IEC possui em seu portfólio o Monitor de Corrosão–Erosão (CEM) fabricado pela ClampOn.

Trata-se de um monitor não-intrusivo e que utiliza ultrassom ativo.

O CEM oferece medições em tempo real de alterações da espessura das paredes de dutos e outras estruturas metálicas. É de fácil fixação, pode ser adaptado a equipamentos existentes ou pré-instalado para monitorar a taxa de desgaste da tubulação em uma área grande. Até 32 transdutores operam para fornecer dados sobre a espessura média combinada das paredes. As tendências de espessura das paredes são geradas automaticamente e podem ser observadas em tempo real num computador que executa o software ClampOn CEM, ou registradas internamente num registrador de dados. O CEM também pode detectar a localização e a extensão de erosão, e monitorar qualquer estrutura metálica, incluindo dutos, tubulações de fluxo, conectores, manifolds e bases submersas de produção.

Além de comercializar este produto, a IEC também tem uma equipe especializada para a realização de serviço de instalação.

A IEC possui em seu portfólio suportes de tubulações. Estes suportes são fabricados pela CCI, empresa americana que representamos no Brasil. Os suportes são especificamente para combater a corrosão por frestas e garantir uma vida útil mais longa e mais segura para as tubulações, eliminando as frestas entre tubos e apoios. Os materiais são projetados para sustentar o peso da tubulação com produto sem deformar, ao mesmo tempo permitem que a tubulação tenha o seu movimento natural sem estressar o aço. O formato dos suportes evita o acúmulo de eletrólito que é o causador da corrosão. Os suportes são feitos de um material de poliolefina reticulado que fornece um revestimento com uma resistência à compressão extremamente alta e uma tremenda resistência à abrasão. O revestimento tem um baixo coeficiente de fricção que permite o movimento sem danos no revestimento da tubulação. O revestimento ArmorCote™ é um exclusivo termo-plástico UV estabilizado para manter a integridade do produto mesmo sob exposição prolongada à luz solar direta.

A IEC possui em seu portfólio os lastros para ancoragem de tubulações. Estes sacos são fabricados pela PipeSak, empresa canadense que representamos exclusivamente no Brasil.

Os lastros PipeSak são opção moderna para os clientes que projetam e constroem dutovias.

Os  lastros geotêxteis PipeSak podem ser rapidamente preenchidos no canteiro de obras, ou próximo a este. Além de serem facilmente instalados, possuem longevidade maior que a do próprio duto.

Com os lastros PipeSak o cliente obtém um produto que não biodegrada; Usa cascalho natural do próprio local como lastro; evita agressões ao revestimento e ao duto; limita bloqueios ao sistema de proteção catódica e economiza nos custos do projeto.

O PipeSak, controle de flutuabilidade, é projetado para ser abastecido como agregado local e natural (lastro propriamente dito) utilizando um sistema especialmente desenvolvido para enchimento e retirada rápida através de uma caçamba-funil. Pode-se preencher os sacos em qualquer lugar onde se possa acumular certa quantidade de cascalho.

12/04/2018

Fabricada pela Isobend, parceira da Isoplus, fornece alta qualidade e proteção para curvar tubo em campo. Uma tecnologia que reúne design, vantagens de flexibilidade e redução de custos.